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terça-feira, 25 de outubro de 2022

Quer se tornar um profissional de Valor? Conheçam o professor Jonas Fitz.

 Quem é Jonas Fitz?

"Sou joalheiro e professor de joalheria a mais de 13 anos, filho de ourives e sócio-fundador da primeira fábrica de impressoras 3D para joalheria do Brasil. Já eternizei milhares de lembranças em joias únicas para meus clientes. Hoje fabrico joias personalizadas de alto valor, entre elas as coroas das misses para o concurso da Band, criei o curso Joalheiro de Valor e me tornei a maior referência no Brasil sobre joalheria 3D."


Há um bom tempo, eu, Ângelo, ouvia o nome desse professor nas redes sociais e, mais recentemente, tive meus primeiros contatos com os alunos do curso Joalheiro de Valor. Trabalhei na Fornitura Virtual por dois anos e supervisionava as ferramentas que o centro de usinagem da fornitura produzia. Também trabalhei na parte de vendas. Percebia a dificuldade de alguns ourives com os nomes de certas ferramentas e também a dificuldade em relação às medidas das mesmas (gramatura, tamanho, numeração, etc.). Mesmo aqueles iniciantes que estavam fazendo algum curso presencial ou online necessitavam de uma atenção extra com suas listas de ferramentas um pouco confusas (listas feitas pelo professor). Precisei telefonar para alguns deles para poder decifrar algum neologismo presente na lista. Obviamente, não estou generalizando; existem escolas excelentes que formam ótimos profissionais.

Por que estou contando essa história? Eu explico: Tive uma grande surpresa quando começaram a aparecer na loja, presencialmente ou online, alguns alunos do Jonas. Alguns desses nunca haviam tido contato com a ourivesaria e traziam uma lista corretíssima, sem nenhuma ferramenta ou insumo sendo denominados por apelidos ou neologias do tipo: silveira (rilheira), broca de cabeça (fresa bola), fresa de brim (escova rotativa jeans ou brim), broca de polimento (escova de crina preta Robinson) e assim por diante. Mesmo com alguma dúvida pontual, sempre apresentavam muita desenvoltura e desembaraço.


Logo, pensei que esse curso online (Joalheiro de Valor ) deu muito certo, pois esses mesmos alunos logo seguiriam produzindo e crescendo muito financeiramente. Isso porque eu continuava vendendo maquinários, máquinas e ferramentas para eles.

O Jonas oferece todos os cursos necessários para quem é leigo, para quem é iniciado e até para quem é veterano na profissão. Eu estou lá aprendendo a cravar (curso Cravador de Valor) e posso afirmar que é muito bom. Os cursos do Joalheiro de Valor abrangem áreas da joalheria como designer de joias, joalheria 3D, marketing, fundição e por aí vai.



Eu sou aluno do recém-inaugurado curso cravador de valor . O Jonas foi lá fora buscar essas novas técnicas de cravação com um dos melhores cravadores do mundo, o jovem Ben Bentvelzen, da Holanda. Isso eleva muito o patamar do curso. Importante dizer que não sou cravador, assim como muitos que estão lá fazendo esse curso. Também nunca cravaram. Existem colegas que já são cravadores e fazem o curso para aprender essas novas e modernas técnicas da cravação mundial.


Quem conhece o blog pode perceber que sempre tive o cuidado de apenas indicar o que uso e não simplesmente fazer uma análise de algo que acabei de receber e nunca testei. O mesmo posso dizer do curso. Agora, posso afirmar que o curso é grandioso e vou conseguir meu objetivo de me tornar um cravador de valor.

Aqui estão alguns exemplos das novas técnicas de cravação executadas pelo professor Jonas.







Se ficou interessado acesse o Jonas Fitz no Youtube

Página do Jonas Fitz no Facebook 

Site do Jonas Fitz


terça-feira, 18 de outubro de 2022

Motorizando o laminador manual...

 


Esse mecanismo acima é um moto redutor; nada mais é do que um motor e uma caixa de engrenagens de redução. Este também é o recurso mais usado para motorizar laminadores manuais.

Infelizmente, muita gente cai nessa cilada, gasta uma grana para adaptar e, depois de algum tempo (às vezes poucos meses), tem uma grande decepção.

Não cometa a besteira de adaptar, não dá certo!

Entenda o seguinte: o laminador manual consiste em uma combinação de materiais projetados para trabalhar de forma manual. Quando digo isso, refiro-me ao aço usado nos rolos, nos mancais e no chassi. Eles não foram projetados para suportar uma tração motorizada, mas sim o trabalho executado manualmente. O laminador elétrico é projetado com um material diferente do laminador manual, utilizando um aço especial tanto nos rolos quanto nas engrenagens e no chassi. Ele é projetado para suportar o esforço absurdo que terá que aguentar, por isso custa mais caro. Não é simplesmente por possuir um motor, mas sim por apresentar aço e bronze superiores em sua fabricação.

Se você não entendeu nada do que eu disse, é fácil explicar: é possível uma moto rebocar um caminhão? Na subida? Essa é a diferença entre o laminador manual e o elétrico. A diferença não está apenas no motor, mas em todo o material.

Como eu sei disso?

  • -Relato de arrependidos.
  • -Meu interesse e estudo sobre ferramentas e máquinas de quase 15 anos.
  • -Trabalhei dois anos dentro da melhor e mais tradicional fabricante de laminadores do Brasil, onde pude ver laminadores manuais chegarem completamente deformados porque algum "gênio" resolveu adaptar com motor e laminar tarugos imensos, e não aguentou dois meses...

Um laminador adaptado vai se desgastar dez vezes mais rápido se for motorizado. Lembro-me de um fabricante que lançou um pequeno laminador motorizado nos anos 2000. Ele simplesmente pegou um laminador manual e adaptou, vendeu centenas desses laminadores. Depois de um ano, o mesmo sofria um grande desgaste nos mancais e engrenagens, tornando-o inutilizável.

Fica a dica!

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