sábado, 17 de julho de 2010

ILHA DO MEL-PR

Abaixo estão meus amigos Dimas (hoje mora no céu), sempre com sua touca verde e preta — foi ele quem me apresentou à Ilha do Mel — e Ademir, que me acompanhou em todas as vezes que estive lá. Curiosamente, Ademir acabou decidindo ficar na ilha e permanece lá até hoje. Dimas também, depois de aposentar como professor, virou garoto propaganda de sucesso e foi morar na ilha onde residiu até seu falecimento em 24 de julho de 2024.



























O lugar mais bonito que conheci na vida foi a Ilha do Mel. Minha primeira visita aconteceu em 1990, aos vinte anos, e fiquei maravilhado com as praias de areia fina e branca, semelhantes a açúcar refinado, e com o mar em um tom único de azul — lindo e transparente.

Naquela época, a população da ilha era composta principalmente por nativos, em sua maioria pescadores e pequenos comerciantes. A infraestrutura era bastante limitada: poucas pousadas, quatro ou cinco restaurantes, alguns barzinhos e um posto policial com apenas dois policiais.

Em todas as minhas visitas à ilha, acampei na praia de Encantadas, mais precisamente no quintal da tia Lenita (na foto com sua netinha). Encantadas era um povoado frequentado por uma mistura única de pessoas: roqueiros, hippies, estrangeiros, esotéricos e os eternos “malucos beleza” da vida. Já o outro povoado, Brasília, tinha um perfil mais sofisticado, frequentado por surfistas, estrangeiros e pessoas mais abastadas. É nessa parte da ilha que ficam um farol deslumbrante, uma fortaleza com canhões e o único hotel existente.

Mesmo após nove anos sem visitar a ilha, ainda faço planos para retornar em breve e reencontrar meu grande amigo Ademir, que se encantou tanto com aquele lugar que decidiu morar lá definitivamente desde 1996.

As fotos retratam a beleza da Praia de Fora (primeira foto) e da Praia do Miguel (segunda foto).









O lugar mais bonito que conheci na vida foi a Ilha do Mel! Minha primeira visita foi em 1990, aos vinte anos, e fiquei maravilhado com praias de areia fina e branca, semelhante a açúcar refinado, e a água do mar em um tom único de azul, linda e transparente.

Naquela época, a população da ilha era composta principalmente por nativos, em sua maioria pescadores e comerciantes. A infraestrutura era limitada, com poucas pousadas, 4 ou 5 restaurantes, alguns barzinhos e um posto policial com apenas dois policiais.

Em todas as minhas visitas à ilha, acampei na praia de Encantadas, mais precisamente no quintal da tia Lenita (na foto com sua netinha), um povoado frequentado por uma mistura única de pessoas: roqueiros, hippies, estrangeiros, esotéricos e os "malucos beleza" da vida. Enquanto o outro povoado, Brasília, era mais sofisticado e burguês, frequentado por surfistas, estrangeiros e os mais abastados. Essa parte da ilha abriga um farol deslumbrante, uma fortaleza com canhões e era o único local com um hotel.

Mesmo após nove anos sem visitar, ainda faço planos para retornar em breve e reencontrar meu grande amigo Ademir, que se encantou tanto com a ilha que decidiu morar lá desde 1996.

Nessa época, compartilhei uma grande amizade com um grupo especial de amigos, e esta postagem é dedicada a eles: Ademir, Gaiola, Leandro, Serjão M, Serginho Parra, Flavio Lima, Dimas (in memoriam), Zé Henrique "gordinho"(in memoriam), Beto, Ticha (im memoriam), Edvaldo, Silvio, Mustang e Cabeção.















As fotos retratam a beleza da Praia de Fora (primeira foto) e da Praia do Miguel (segunda foto).


Acima a simpática  tia Lenita e a netinha


















Nenhum comentário:

Postar um comentário