sábado, 17 de junho de 2017

UPGRADE NA VULCANIZADORA

Essa vulcanizadora já passou por uma reforma e tem postagem aqui no blog. Como estou estudando a fundição por cera perdida, notei que a vulcanizadora demorava uma eternidade para aquecer e, quando aquecia, não dava um resultado satisfatório no "cozimento" do silicone, ou seja, não atingia a temperatura ideal. A primeira alternativa foi substituir as duas chapas de ferro por duas chapas de alumínio, já que esse metal aquece com facilidade. Depois de montar a máquina com as chapas de alumínio e testá-la por horas, notei que continuava do mesmo modo, com o aquecimento insuficiente; a única solução seria trocar as duas resistências, simples não é? Só que não! Que tipo de resistência vai usar? Modelo? Quantos Watts? E onde vou comprar? Pois as minhas resistências não tinham nenhuma inscrição. Achar os fabricantes foi fácil, difícil foi explicar os detalhes. Até que achei um ótimo fabricante que me explicou que a minha resistência é de Mica e resistência desse tipo funciona assim: quanto maior o tamanho (geralmente são retangulares), mais potente ela será. Pedi as resistências com fio ao invés de parafuso e também na voltagem 220 (a minha é 127 V). As minhas eram no tamanho 40 x 80 mm e as novas são 100 x 80 mm, somando uma potência de mais de 600 Watts. O upgrade deixou a vulcanizadora com aquecimento ultrarrápido e até excede a temperatura desejada. Por orientação do fabricante das resistências, eu coloquei um regulador de temperatura que regula até 350 graus, mas eu vou usar no máximo 170 graus. Acredito que essa informação será útil para quem tem uma vulcanizadora antiga e sem informações técnicas como é meu caso. A máquina ficou assim e logo mais posto as minhas experiências por aqui.






O vendedor e fabricante das resistências é esse abaixo:
  • Dalton Martins De Souza
  • 11951641953

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Obrigado!

Gostaria muito de agradecer os elogios que tenho recebido dos amigos do blog,eu estava um pouco desaminado e pensava até em parar com as postagens,pois percebi que as pessoas não se interessam muito por blogs didáticos e na maioria das vezes preferem blogs ou redes sociais que disseminam apenas bobagens e assuntos sem valor nenhum,então eu nem sempre tenho o feedback dos meus leitores,mas quando recebo um relato de algum leitor que teve uma dúvida sanada pelo blog ou então que se inspirou a estudar ourivesaria inspirado pelo blog e sendo esse o meu objetivo com o blog,acredito que a minha missão está sendo cumprida.
Sei que essa é apenas uma ajuda inicial e que depois a pessoa por seu próprio esforço e dedicação vai crescer e se tornar um profissional gabaritado,mas acreditem! eu já vejo esse resultado acontecendo e muitos que chegaram aqui com dúvidas banais,hoje são grandes profissionais.
Obrigado e nunca desistam!

sábado, 3 de junho de 2017

BRANQUEAMENTO/DECAPAGEM DE OURO E PRATA.



Branqueamento ou decapagem é o processo de limpeza de uma joia (prata ou ouro) oxidada pela ação do fogo. O processo dá-se por imersão a quente ou a frio usando para isso alguns ácidos ou alguns sais (sulfitos) previamente preparados.

Para acondicionar o liquido decapante usamos um recipiente de vidro  do tipo Marinex ou então um daqueles vidros de palmito ou azeitona previamente lavados.

Resultado de imagem para marinex

Os ácidos usados para branquear são:
Ácido Muriático: Branqueamento rápido; porém exala gases tóxicos e deixam as roupas furadas quando por acidente respingam e as atingem; outro ponto negativo é que esse ácido que é uma forma mais diluída do ácido clorídrico, um ácido altamente corrosivo e controlado pela polícia federal; outro ponto ruim é a oxidação das ferramentas que estão ao seu redor.
Ácido Sulfúrico: Branqueamento rápido; porém deve ser diluído em água para ser usado (sempre o ácido derramado sobre a água e nunca ao contrário a mistura desses líquidos causa uma reação termal muito violenta e se a água for derramada sobre o ácido a reação é explosiva) também é altamente corrosivo e tóxico e também enferruja tudo ao redor.
Outra opção para branquear é a solução para bateria automotiva que nada mais é que o ácido sulfúrico já diluído em água.
Ácido Fosfórico ou Ortofosfórico: Esse ácido é uma boa opção por ser mais fraco e não corroer as roupas, além de não oxidar as ferramentas.

Se você optar por ácidos para fazer suas decapagens procure no mercado livre que tem muitas empresas que comercializam esses produtos. Procure comprar acido com a sigla PA, que significa tratar-se de um ácido puro e respeitam a porcentagem indicada do rótulo já que os ácidos são vendidos com uma graduação em porcentagem como o fosfórico que é encontrado a 85% de pureza, o ácido sulfúrico é vendido a 98% enquanto o clorídrico é vendido como Muriático contendo  8% e o próprio clorídrico com  as graduações de 33%,37% e 43%.

Importante: Quando for diluir os ácidos para depois usá-los na bancada nunca manuseie os produtos químicos sem estar protegido por EPI's como óculos fechados (natação), luvas vinílicas, avental PVC, botas de borracha, camisa manga comprida e mascara com respirador químico.

Não é nenhum exagero toda essa proteção pois as queimaduras de ácido são terríveis, mas podem ser evitadas tomando esses cuidados.

Vamos a opção mais recomendada, os sais de branqueamento.
Sal Branqueador: O popular Rutenium é uma mistura de sais (sulfitos) que é largamente usada pelos profissionais da ourivesaria e tem vantagens por não oxidar ferramentas e não ser tão agressivo como os ácidos, mas também é um produto químico e cuidados são necessários; a desvantagem é que ele demora pra branquear e se tiver muita pressa em branquear a joia vai ter que aquecê-lo para conseguir a sua ação mais rápida, eu raramente aqueço e já uso a décadas sem problema algum.
Para usá-lo é necessário diluí-lo  em água fria, mineral ou filtrada sem cloro. A quantidade é conforme a recomendação do fabricante e atenção; depois de diluído você vai usá-lo até acabar ou ficar muito sujo e não vá fazer como uma aprendiz que relatou que toda vez que iniciava um trabalho preparava a solução e depois a  jogava fora no final do trabalho; eu mesmo só acrescento água e mais sal conforme vai diminuindo o volume do mesmo.
Descarte: Quanto ao descarte e neutralização eu repasso a vocês a resposta da empresa que fabrica e comercializa esse produto:

"O Sr. deve obedecer a legislação vigente e contratar uma empresa especializada para o descarte do sal branqueador.

Com certeza a empresa contratada saberá como neutralizar um composto ácido, a base de sulfitos solúveis, e dar o destino correto.

O Sr. não deve joga-lo no esgoto ou tentar descarta-lo por si próprio."

Sendo assim eu acredito que nenhuma pequena oficina irá contratar uma empresa para fazer o descarte desse produto e o mesmo acabará indo para o esgoto infelizmente. Eu vou usar a a partir de agora o ácido fosfórico pra evitar essa irresponsabilidade de ter jogar os resíduos no esgoto, o ácido pelo menos eu posso neutralizar e dispensá-lo sem problemas.


Pedra Hume: Esse sal é comprado em qualquer farmácia e segue o mesmo procedimento do Rutenium, porém é mais fraco e até acredito que o Rutenium tenha pedra Hume em sua formulação.
Dicas Importantes: Toda vez que branquear uma peça tenha um outro recipiente com água com bicarbonato para neutralizar os ácidos e assim poupar seu laminador e ferramentas; outra dica é  você  usar uma simples mascara PFF 2 durante o trabalho; tenha certeza que estará preservando sua saúde.
Eu uso essa da 3M numero 9923 pff2:
Não só enquanto faz a soldagem e branqueia as peças, mas também enquanto lixa as peças.

Outra dica! Use um recipiente de branqueador para prata e outro para ouro, jamais use caneca de alumínio para acomodar o liquido;
não use pinça de arame ou peças de metal (clips,grampos,arame) para retirar as peças do branqueador, pois isso vai contaminá-lo e as peças ficarão com uma oxidação vermelha.
Se puder, compre uma pinça de plástico para retirar as peças ou então as pinças de aço inox.


Descarte dos ácidos: Os ácidos devem ser neutralizados antes de descartá-los no esgoto, abaixo deixo um guia de como neutralizar diversos produtos usados pelos ourives:

Guia de descarte de produtos químicos perigosos de laboratório

Acetona

Descarte de vazamento/derramamento 
Use luvas de borracha nitrílica, avental e aparelho de respiração autônoma. Cubra o líquido derramado com uma mistura 1:1:1 por peso de carbonato de sódio, areia de gato de argila (bentonita de cálcio) e areia. Quando todo o líquido tiver sido absorvido, transfira a mistura para dentro de um balde plástico ou outro recipiente de boca larga e coloque na capela. Se o regulamento local permitir, deixe que os vapores de acetona evaporem durante vários dias até que não haja nenhum cheiro restante. A mistura derramada pode então ser descartada com o lixo normal. Senão embale e rotule para incineração.
Descarte de resíduos sólidos
Destilar para reutilização ou embale e rotule para incineração.

Ácido fosfórico

CorrosivoDescarte de resíduos sólidos
Use protetor facial, óculos de proteção, avental, luvas de borracha nitrílica. Cubra o vazamento com carbonato de sódio ou carbonato de cálcio, areia de gato de argila (bentonita) e areia, na proporção de peso de 1:1:1. Deposite o material em um recipiente e transporte para a capela. Lentamente adicione a um balde de água gelada. Teste o pH e neutralize se necessário com carbonato de sódio. Decante a solução no ralo. Trate os sólidos como resíduo comum. Lave todo o local do vazamento com água.
Use protetor facial, óculos de proteção, avental e luvas de borracha nitrílica. Na capela, lentamente adicione o ácido em um balde de água fria. Com cuidado, neutralize a solução adicionando carbonato de sódio sólido enquanto estiver agitando. Escoe a solução no ralo.

Ácido sulfúrico

Descarte dos líquidos
Use proteção ocular, avental, luvas de borracha de nitrilo. Cubra o vazamento com carbonato de sódio ou carbonato de cálcio, areia de gato de argila (bentonita) e areia, na proporção de peso de 1:1:1. Deposite num balde na capela. Lenta e cuidadosamente adicione esta mistura a uma grande quantidade de água num balde. Neutralize com carbonato de sódio, se preciso. Deixe em repouso até que os sólidos assentem. Decante o líquido no ralo. O resíduo sólido pode ser descartado como resíduo comum.
Descarte
Use proteção ocular, avental, luvas de borracha de nitrilo. Trabalhe na capela. Cuidadosa e lentamente adicione a uma grande quantidade de água gelada. Lenta e cuidadosamente adicione carbonato de sódio até que a neutralização esteja completa. Escoe pelo ralo.

Ácido clorídrico

Descarte de vazamento/derramamento
Instrua as pessoas para que se mantenham a uma distância segura. Use luvas de borracha nitrílica, avental, óculos de proteção e aparelho de respiração se necessário. Cubra o líquido derramado com uma mistura 1:1:1 por peso de carbonato de sódio ou carbonato de cálcio, areia de gato de argila (bentonita) e areia. Quando o ácido hidroclórico tiver sido absorvido, transfira a mistura para dentro de um recipiente e transporte para a capela. Bem lentamente adicione a mistura a um balde de água fria. Neutralize se necessário com carbonato de cálcio. Decante a solução no ralo. Trate o resíduo sólido como lixo normal.
Descarte de resíduos sólidos 
Use luvas de borracha nitrílica, avental, óculos de proteção e aparelho de respiração autônoma caso necessário. Na capela, lentamente adicione o ácido hidroclórico a um balde de água fria (pelo menos diluição de 1:10 de ácido para água é sugerido). Carbonato de sódio ou de cálcio é então adicionado lentamente até a neutralização estar completa. Lave a solução resultante no ralo. Qualquer resíduo sólido pode ser tratado como lixo normal.

Ácido nítrico

Descarte de líquidos
Use luvas de borracha nitrílica, avental, proteção ocular e protetor facial. Dependendo do tamanho do vazamento, pode ser necessária a utilização de aparelho de respiração autônomo. Cubra o vazamento com carbonato de sódio ou carbonato de cálcio, areia de gato de argila (bentonita) e areia, na proporção de peso de 1:1:1. Quando o ácido nítrico tiver sido absorvido, deposite a mistura num balde plástico e, na capela, lentamente, adicione à mistura um balde de água fria. Teste o pH da solução e neutralize, se necessário, com carbonato de sódio. Decante a solução para o ralo. Trate o resíduo sólido como resíduo comum.
Descarte de resíduos sólidos
Use luvas de borracha nitrílica, proteção ocular e avental. Tenha à mão um protetor corporal. Trabalhe na capela. Adicione o ácido lentamente a um balde de água fria. Neutralize a solução com carbonato de sódio e leve ao ralo.

Amônia (solução)

Descarte de vazamento/derramamento 
Use um aparelho de respiração autônoma, avental e luvas de borracha nitrílica (e botas ou galochas se o vazamento/derramamento for grande). Cubra o líquido derramado com uma mistura 1:1:1 por peso de carbonato de sódio ou carbonato de cálcio, areia de gato de argila (bentonita) e areia. Coloque a mistura dentro de um recipiente plástico e, na capela, adicione a um balde de água fria. Neutralize a mistura com ácido hidroclórico a 5%, deixe repousar durante a noite, e então despeje o líquido no ralo. Descarte qualquer resíduo sólido com o lixo normal. Lave a área do vazamento/derramamento com água em abundância.
Descarte de resíduos sólidos
Pequenas quantidades. Use luvas de borracha nitrílica, óculos de proteção, máscara de respiração normal ou especial (com canister) para amônia e avental. Coloque em um grande recipiente com água e neutralize com ácido hidroclórico a 5%. Despeje no ralo.

Acil azidas

Descarte de resíduos sólidos
Azidos de metal podem ser oxidizados com solução de nitrato de amônio cério. Os azidos orgânicos são facilmente reduzidos usando-se latão e ácido hidroclórico. Veja casos específicos para detalhamento dos métodos.

Benzidina e sais

Descarte de vazamento/derramamento
Use luvas de borracha nitrílica, avental, óculos de proteção e aparelho de respiração autônoma. Em caso de contato com a pele e/ou roupas. Lave a pele com detergente ou sabão imediatamente. Enxagüe com água em abundância. Roupas contaminadas deverão ser removidas, secas e lavadas com muito sabão ou incineradas. Pode ser necessário destruir os sapatos por incineração.
Pequenos vazamentos/derramamentos. Use aparelho de respiração autônoma, óculos de proteção, avental e luvas de borracha nitrílica. Remova os resíduos sólidos e embale para incineração. Lave o local com um solução concentrada de sabão.
Descarte de resíduos sólidos 
Grandes quantidades. Dissolva a benzidina em um solvente inflamável e coloque em um recipiente separado e rotulado para eliminação por incineração. Lance em fornalha com pós-combustor e purificador de gases. Pequenas quantidades. Use luvas de borracha nitrílica, avental e óculos de proteção. Trabalhe na capela.

Benzopireno

Descarte de vazamento/derramamento 
Use luvas de borracha nitrílica, avental e óculos de proteção. Remova o resíduo sólido e embale para incineração. Lave o local com solução concentrada de sabão.
Descarte de resíduos sólidos 
Grandes quantidades. Coloque em recipiente separado e rotulado para incineração. Dissolva a benzopirena em um solvente inflamável e lance em fornalha com pós-combustor.
Pequenas quantidades. Use luvas de borracha nitrílica, avental e óculos de proteção. Evite inspirar o pó. Trabalhe na capela. Para cada 5 mg de benzopirena adicione 2 ml de acetona e dissolva completamente, certificando-se de que nenhum sólido fique aderido às paredes. Adicione 10 ml de solução recém-preparada de 0,3 M de permanganato de potássio (2,35 g de permanganato de potássio/50 ml de ácido) em 3 M de ácido sulfúrico (8 ml de ácido concentrado lenta e cuidadosamente adicionado a 42 ml de água fria).
Misture e deixe reagir por no mínimo uma hora. Durante esse período, uma solução adicional de permanganato de potássio pode ser adicionada, se necessário, para manter a cor roxa. Depois de a cor ter sido mantida por 30 minutos, faça a descolorização com metabissulfito de sódio. Neutralize a mistura de reação adicionando cuidadosamente 5 M de solução de hidróxido de sódio (20 g de pellets de hidróxido de sódio dissolvidos em 100 ml de água). Qualquer sólido remanescente pode ser filtrado e descartado com o lixo normal. O filtrado deve ser despejado pelo ralo.

Borohidrito de sódio

Descarte dos líquidos
Use óculos de proteção, luvas de borracha nitrílica, avental e, se necessário, equipamento de respiração autônomo. Enxugue com um esfregão cheio de água e escoe, diluindo com pelo menos 50 vezes seu volume de água.
Descarte dos resíduos sólidos 
Caixas. Coloque num recipiente rotulado separado para reciclagem ou descarte. Pequenas quantidades. Use óculos de proteção, avental, luvas de borracha nitrílica. Na capela, cuidadosamente adicione pequenas porções de borohidrito de sódio a um a grande quantidade de água até que a concentração de borohidrito seja menor de 3%. Sob uma atmosfera de nitrogênio, adicione ácido acético diluído, mexendo ao mesmo tempo. Quando a neutralização estiver completa, escoe com pelo menos 50 vezes seu volume de água.

Cianeto de potássio

Descarte dos líquidos
Soluções de cianeto de potássio. Use aparelhos de respiração, proteção ocular, avental e luvas de borracha butílica. Instrua outras pessoas a manterem distância segura. Cubra o vazamento com carbonato de sódio ou carbonato de cálcio, areia de gato de argila (bentonita) e areia, na proporção de peso de 1:1:1. Deposite o material em um recipiente e transporte para a capela. Lentamente, e agitando, adicione a pasta a um balde contendo alvejante (aproximadamente 70 ml/g de cianureto). Teste a solução para verificar a existência de cianureto usando o teste do azul da Prússia. Para 1 ml da solução, adicione 2 gotas da solução recém preparada de sulfato ferroso aquoso 5%. Ferva a mistura por pelo menos 60 segundos, resfrie a temperatura ambiente e adicione a solução de clorito férrico 1%. Adicione ácido clorídrico (preparado cuidadosamente adicionando o volume de ácido concentrado para um igual volume de água fria) até que a mistura fique ácida no tornassol.
Se ainda houver cianeto na solução, um precipitado azul escuro vai se formar. (Concentrações de cianeto maiores de 1 ppm podem ser detectadas).
Se o teste for positivo, mais alvejante é adicionado à solução de cianeto e o teste repetido. Quando o teste for negativo, a solução é escoada no ralo com pelo menos 50 vezes do seu volume de água. Lave toda a área do vazamento com água. O descarte do resíduo sólido pode ser feito juntamente com o resíduo comum.
Cianeto de potássio sólido. Use luvas de borracha nitrílica, avental e proteção ocular. Deposite o material em um recipiente e transporte para a capela. Adicione uma solução de hidróxido de sódio 1% (aproximadamente 50 ml/g de cianureto). Enquanto estiver agitando, adicione lentamente alvejante (aproximadamente 70 ml/g de cianeto). Siga o mesmo procedimento utilizado para as soluções de cianureto de potássio. Lave toda a área do vazamento com sabão e água.
Descarte de resíduos sólidos
Use luvas de borracha nitrílica, avental e proteção ocular. Na capela, adicione a solução de hidróxido de sódio 1% (aproximadamente 50 ml/g de cianeto). Enquanto estiver agitando, adicione lentamente alvejante (aproximadamente 70 ml/g de cianeto). Siga o mesmo procedimento utilizado para as soluções de cianeto de potássio.

Cianeto de sódio

Descarte dos líquidos
Use equipamento de respiração, proteção ocular, luva de borracha nitrílica e avental. Instrua as pessoas a se manterem a uma distância segura. Soluções de cianeto sólido. Cubra a solução de cianeto com carbonato de sódio, areia de gato de argila (bentonita) e areia, na proporção de peso de 1:1:1. Deposite essa mistura em um recipiente na capela. Lentamente adicione essa pasta a um balde grande contendo alvejante doméstico (aproximadamente 70ml/g de cianeto). Siga os mesmos procedimentos do Descarte. Cianeto de sódio sólido. Varra o cianeto de sódio num recipiente e leve à capela. Adicione a uma solução de hidróxido de sódio 1% (aproximadamente 50 ml/g de cianido). Lentamente adicione o cianeto a solução de alvejante. Siga os procedimentos de descarte. Lave todo o local do vazamento com água.
Descarte 
Caixas. Coloque num recipiente separado rotulado para descarte. Pequenas quantidades ou soluções. Use óculos de proteção, avental e luvas de borracha nitrílica. Na capela, adicione o cianeto de sódio a uma solução de hidróxido de sódio 1% (aproximadamente 50 ml/g de cianeto). O alvejante (cerca de 70 ml/g de cianido) é lentamente adicionado a solução de cianeto básica, com agitação. Quando a adição do alvejante estiver completa, a solução pode ser testada para verificar a existência de cianeto, fazendo-se o teste do azul da Prússia: para 1ml da solução a ser testada, adicione 2 gotas de uma solução de sulfato ferroso 5% recém preparada. Esta mistura é fervida por pelo menos 60 segundos, resfriada a temperatura ambiente, e então 2 gotas da solução de clorito férrico 1% são adicionadas. A mistura resultante é ácida ao tornassol com 6M de ácido clorídrico (preparado por ácido concentrado para um volume igual de água). Se o cianureto estiver presente, um precipitado azul escuro vai se formar. (Concentrações de cianeto maiores que 1 ppm podem ser detectadas). Se o teste for positivo, mais alvejante é adicionado à solução de cianido e o teste repetido até que não haja a formação do precipitado azul da Prússia. Escoe a solução num ralo.

Rita Santos- A melhor professora de ourivesaria tradicional.

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